Eu não sou a menina intrigante do ônibus. Eu não sou a menina que se destaca no meio de uma festa cheia de bêbados. Eu não sou a menina que faz você ficar com vontade de se matar por ficar menos de 24hrs sem falar com ela. Eu sou a maluca que você tem que antes de mais nada perguntar "como anda o tratamento?". Eu sou a estúpida na qual você enfia o seu pau duas vezes ao ano, just for fun. Eu sou um retalho no chão do quarto de uma costureira. Um pano que não é feio o suficiente, mas não é belo o suficiente também. Um pano que ninguém vê, quase despercebido, que não incomoda que não faz diferença. E que não vai fazer daqui pra frente. Eu sou o pedaço de pano que não é suficiente para estancar o sangue ou cobrir suas genitálias. Eu sou a sua diversão, você é o meu carrasco. Torturador de merda, um dia meu sangue acaba. Quero ver você brincar com tripas, fios e linhas.